São noites que a lua parece um retrato, do brilho dos olhos quando sorri, o mesmo pedaço do céu, lindo distante e perigoso.
E a chuva lembra o som de lágrimas de quem não tem nada a perder.
Uma noite claustrofóbica no quarto, sem ter onde correr.
Com a parede pregando peças, com sombras ilusões e sonhos as avessas, misturando o real e imaginário.
Onde tudo fede a sobriedade.
Requinte final de crueldade - Baixa, companhia das estrelas frias e distantes.
Alienado em um círculo viciante de autopiedade e nicotina.
Cuidando de curar feridas imaginárias auto inflingidas.
Alegando repetidamente que não queria isso....mas queria sim.
Ondula no corpo um toque de torpor (que) jamais será meu (eu)...
terça-feira, 15 de setembro de 2015
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vc é fufinha mesmo na vive do tio bukowlsk
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