Você me deu gelo
Mas esqueceu do whisky
Imperdoável.
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
domingo, 23 de setembro de 2012
Disse que nunca faria, mas aqui estou eu
Deixando as palavras fluírem no papel,
Olhando às vezes um pedaço do céu
Aqui estou eu escrevendo em teu nome
Nas palavras, sou melhor com texto
Meus pensamentos, pobres, bagunçados,
Ganham um tom de contento.
Talvez a lua, amiga minha
Tenha achado por bem me mostrar você
Ao acaso, sem preparo
Sei que já não vou esquecer
Por que escrevo?
Nem eu sei
Acho que direciono palavras, de uma pobre alma caida
A um anjo carismatico
Que não se assustou com a frieza dos meus olhos
Ou a escuridão da minha alma
O que escrevo
Nem eu sei
Aos poucos vou descobrindo
Abrindo caminho em emaranhados da mente
As palavras, aos poucos vão fluindo
Não é para ser belo!
É para ser simples,singelo...
Sincero.
Incomum no meu padrão.
Não sei se foi o calor do teu sorriso
Ou das noites de floripa
Que me fizeram lembrar da tua voz,atrás dos meus cabelos...
Deixando as palavras fluírem no papel,
Olhando às vezes um pedaço do céu
Aqui estou eu escrevendo em teu nome
Nas palavras, sou melhor com texto
Meus pensamentos, pobres, bagunçados,
Ganham um tom de contento.
Talvez a lua, amiga minha
Tenha achado por bem me mostrar você
Ao acaso, sem preparo
Sei que já não vou esquecer
Por que escrevo?
Nem eu sei
Acho que direciono palavras, de uma pobre alma caida
A um anjo carismatico
Que não se assustou com a frieza dos meus olhos
Ou a escuridão da minha alma
O que escrevo
Nem eu sei
Aos poucos vou descobrindo
Abrindo caminho em emaranhados da mente
As palavras, aos poucos vão fluindo
Não é para ser belo!
É para ser simples,singelo...
Sincero.
Incomum no meu padrão.
Não sei se foi o calor do teu sorriso
Ou das noites de floripa
Que me fizeram lembrar da tua voz,atrás dos meus cabelos...
Lua!
Lua minha!
Lua branca, perfeita, fria
Lua nua!
Lua de sonhos e pesadelos
Lua de lábios vermelhos sedentos
Lua de espinhos traiçoeiros
Lua que do Oásis veio
Lua linda, formosa!
Me deixa, Lua, com os seus conselhos
Sua quebra na escuridão noturna
Me deixa, Lua, dormir em teus seios
Melhor travesseiro que a rua...
Lua minha!
Lua branca, perfeita, fria
Lua nua!
Lua de sonhos e pesadelos
Lua de lábios vermelhos sedentos
Lua de espinhos traiçoeiros
Lua que do Oásis veio
Lua linda, formosa!
Me deixa, Lua, com os seus conselhos
Sua quebra na escuridão noturna
Me deixa, Lua, dormir em teus seios
Melhor travesseiro que a rua...
sábado, 22 de setembro de 2012
Lugar Ideal
Um lugar onde eu pudesse acordar,
após uma noite de whisky,
estender a mão tateando as apalpadelas,
para desligar o despertador da minha consciência.
após uma noite de whisky,
estender a mão tateando as apalpadelas,
para desligar o despertador da minha consciência.
Como um sonho em uma noite de verão
veio até mim, me estendeu a mão
Me beijou
E caí aos seus pés
Sabia que não poderia fazer mais nada
Tendo feito o mesmo com tantos outros até então
Sinto a distância
Sinto a distância
Como uma faca
Alguma coisa no copo ajudará a esquecer
Só não tenho Certeza o que
Estou tentando
Mas só me afastando de mim
Tentar
Me faz te
mais
Tentar não precisar só me deixa aos pedaços
Que sei que o tempo levará embora
Estou conversando comigo
Mas uma voz surge atrás de mim
E não permite, me lembra..
Agora continuo tentando
Só não sei mais o que...
Encontrei nos seus traços o pedaço que faltava do quebra cabeça
Li os gritos da sua alma...
Seus gritos por liberdade junto com a sua vontade de viver e...
Ouvi na ponta do lápis que sua alma trouxe muito para o mundo
Eles falaram comigo
Por longas horas de segundos
Foram meus amigos
E me contaram
O que esperar estando contigo
Quem imaginaria que os seus rabiscos me diriam tanta coisa.
As pessoas aprenderam a escutar
Mas desaprenderam a ouvir
Num mundo feito de palavras, as sílabas se desintegram sem compreensão
U mundo tecno-ilógico manipulativo de masturbações mentais
As pessoas nascem, mas queremos (criamos), robôs
De todos os vícios, fico com aqueles que não vão roubar minha mente.
Fico com os vícios me paralisam
Que não tiram minhas palavras
Eu escolho saber pensar.
Mas desaprenderam a ouvir
Num mundo feito de palavras, as sílabas se desintegram sem compreensão
U mundo tecno-ilógico manipulativo de masturbações mentais
As pessoas nascem, mas queremos (criamos), robôs
De todos os vícios, fico com aqueles que não vão roubar minha mente.
Fico com os vícios me paralisam
Que não tiram minhas palavras
Eu escolho saber pensar.
Haviam muitas pessoas ao redor
e aqueles olhos vermelho-azulados estavam presentes
tambem estava aquela pessoa sem senso
e la vao eles de novo
e la estava eu, observador oculto
Meu pequeno veneno estava presente
Que me puxava cada vez mais
E eu sentia a intenção de pecado.
Podia dizer: Lenore, lenore...
Porque você é tão complicado
Se a vida é tão simples?
Se você não sabe o que procura
porque eu deveria saber?
Posso te puchar te beijar...
E te bater depois?
Eu sei que te beijando, te perco
Então não e tente mais e mais
E então minha visão do inferno
Lá estavam minhas lagrimas de sangue
Nao saberia se poderia ser eu
e la estava meu lamento...
e aqueles olhos vermelho-azulados estavam presentes
tambem estava aquela pessoa sem senso
e la vao eles de novo
e la estava eu, observador oculto
Meu pequeno veneno estava presente
Que me puxava cada vez mais
E eu sentia a intenção de pecado.
Podia dizer: Lenore, lenore...
Porque você é tão complicado
Se a vida é tão simples?
Se você não sabe o que procura
porque eu deveria saber?
Posso te puchar te beijar...
E te bater depois?
Eu sei que te beijando, te perco
Então não e tente mais e mais
E então minha visão do inferno
Lá estavam minhas lagrimas de sangue
Nao saberia se poderia ser eu
e la estava meu lamento...
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Acho que todos já tiveram momentos em que a única companhia disponível é o frio aquecedor de um corpo. Digo, copo.
Quando as sombras da noite se tornam fantasmas do passado tentando enrar pelas fissuras da mente. Que abrem lentamente um a um, com o sentimento familiar de carne rasgando, e o cheiro tradicional de feridas apodrecidas.
Essas feridas poderiam ser perfeitamente minha alma, que em nada difere da podridão.
Todos já podem ter passado por isso, mas essa noite, ela foi completamente minha.
Nunca souberam o que é não conseguir retribuir. Não conseguir sentir nada.
Tenho mais sentimentos pelas minhas garrafas de whisky do que pela maioria das pessoas que conheço.
Ou saí.
Agora sei o que é querer ser a garrafa.
Oh, oooh, como eu queria ser aquela garrafa.
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