A política é a profissão mais próxima da prostituição,
Você recebe pra foder quem nem conhece.
terça-feira, 15 de setembro de 2015
E de todos textos
O teu é o mais incongruente.
Não enchergo no reflexo de teus olhos as respostas para minhas perguntas.
Mas as procura nas gotas finais do copo
Na borra do café.
Não pronuncio minhas duvidas sobre mim - sobre tudo- nem para mim mesmo.
Posso ser ouvido.
E é na hora mais sombria da noite
Que nas linhas se formam um rio de palavras
Perdidas e ineficazes.
de uma auto ilusão voraz com direito a todos os tipos de alucinações
Sendo a mais frequente de todas a temperatura do teu corpo
Em contraste com o gelo da minha alma.
Não enchergo no reflexo de teus olhos as respostas para minhas perguntas.
Mas as procura nas gotas finais do copo
Na borra do café.
Não pronuncio minhas duvidas sobre mim - sobre tudo- nem para mim mesmo.
Posso ser ouvido.
E é na hora mais sombria da noite
Que nas linhas se formam um rio de palavras
Perdidas e ineficazes.
de uma auto ilusão voraz com direito a todos os tipos de alucinações
Sendo a mais frequente de todas a temperatura do teu corpo
Em contraste com o gelo da minha alma.
NÃO
NÃO
NÃO
Não peça moça que eu seja mais cordato.
Atrapalhaste meu sonho
E é
que o sonho dos loucos
É sempre acordado.
NÃO
Não peça moça que eu seja mais cordato.
Atrapalhaste meu sonho
E é
que o sonho dos loucos
É sempre acordado.
Fodam-se os titulos,
Eu gosto
De palavras desnecessárias
Ações descabidas
Histórias remoídas
Paixões fugazes
do brilho eterno de uma mente
Sem lembranças.
Não suporto
Quando sigo na direção contraria
Situações não resolvidas
Conversas desentendidas
Olhares sagazes
de quem tem a mente vazia.
Viverei: de todas as vidas uma solitária
Sofrimento de despedidas
Do adeus de quem esta de partida
Até de quem não conheço
Pois ao menos um adeus, mereço.
Dos brilhos
quero o das estrelas
Puro belo e finito
Em uma morte lenta, caído
sem deixar saudades
Sem deixar marcas
De uma beleza
A da lua.
Linda, branca, nua e crua.
Assistindo ao mundo
sem vida, na sua.
De um modo de vida, quero o da pedra
quieta, imóvel, no rio ou no mar
que se deixa levar e se aquieta sozinha, no mesmo lugar.
De palavras desnecessárias
Ações descabidas
Histórias remoídas
Paixões fugazes
do brilho eterno de uma mente
Sem lembranças.
Não suporto
Quando sigo na direção contraria
Situações não resolvidas
Conversas desentendidas
Olhares sagazes
de quem tem a mente vazia.
Viverei: de todas as vidas uma solitária
Sofrimento de despedidas
Do adeus de quem esta de partida
Até de quem não conheço
Pois ao menos um adeus, mereço.
Dos brilhos
quero o das estrelas
Puro belo e finito
Em uma morte lenta, caído
sem deixar saudades
Sem deixar marcas
De uma beleza
A da lua.
Linda, branca, nua e crua.
Assistindo ao mundo
sem vida, na sua.
De um modo de vida, quero o da pedra
quieta, imóvel, no rio ou no mar
que se deixa levar e se aquieta sozinha, no mesmo lugar.
[reformulado]
Os posts a seguir podem conter textos repetidos por motivos alcoolicos.
"Mas você tem o blog a seis anos!"
Qual a quantidade de alcool que acredita alguem poder consumir em seis anos? hein?"
"Mas você tem o blog a seis anos!"
Qual a quantidade de alcool que acredita alguem poder consumir em seis anos? hein?"
Why so... "titulos"?
São noites que a lua parece um retrato, do brilho dos olhos quando sorri, o mesmo pedaço do céu, lindo distante e perigoso.
E a chuva lembra o som de lágrimas de quem não tem nada a perder.
Uma noite claustrofóbica no quarto, sem ter onde correr.
Com a parede pregando peças, com sombras ilusões e sonhos as avessas, misturando o real e imaginário.
Onde tudo fede a sobriedade.
Requinte final de crueldade - Baixa, companhia das estrelas frias e distantes.
Alienado em um círculo viciante de autopiedade e nicotina.
Cuidando de curar feridas imaginárias auto inflingidas.
Alegando repetidamente que não queria isso....mas queria sim.
Ondula no corpo um toque de torpor (que) jamais será meu (eu)...
E a chuva lembra o som de lágrimas de quem não tem nada a perder.
Uma noite claustrofóbica no quarto, sem ter onde correr.
Com a parede pregando peças, com sombras ilusões e sonhos as avessas, misturando o real e imaginário.
Onde tudo fede a sobriedade.
Requinte final de crueldade - Baixa, companhia das estrelas frias e distantes.
Alienado em um círculo viciante de autopiedade e nicotina.
Cuidando de curar feridas imaginárias auto inflingidas.
Alegando repetidamente que não queria isso....mas queria sim.
Ondula no corpo um toque de torpor (que) jamais será meu (eu)...
sábado, 31 de janeiro de 2015
Sabia
Eu sabia que era no fim das contas um cão dos diabos.
Na falha dúvida, sempre pensei passar despercebido entre os sentimentos.
Agora me encosto na cama e tento passar tua alma e tua carne quentes para as minhas poesias frias.
Traduzir o colorido dos teus olhos no negro desbotado da tinta.
Descrever o brilho do teu sorriso no branco opaco do papel.
Tentar desenhar o contorno do sabor dos teus beijos.
Antes de notar, senti.
Antes de sentir, soube.
E antes de saber, te amei.
Na falha dúvida, sempre pensei passar despercebido entre os sentimentos.
Agora me encosto na cama e tento passar tua alma e tua carne quentes para as minhas poesias frias.
Traduzir o colorido dos teus olhos no negro desbotado da tinta.
Descrever o brilho do teu sorriso no branco opaco do papel.
Tentar desenhar o contorno do sabor dos teus beijos.
Antes de notar, senti.
Antes de sentir, soube.
E antes de saber, te amei.
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