Obrigado, querido idiota, ordinário como uma puta barata, que me fez lembrar como rabiscar palavras num papel, desistir de controlar meu veneno, e me devolveu a indiferença.
Voltem a sentir-se empurrados pelo meu ego. Ou puxados. Tanto faz. Bjs.
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
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