Por nunca ter aprendido a dizer adeus que por vezes ainda recaio nos lábios teus - por juros, por juras, perjuro me torno de uma promessa negativa de afastamentos dos teus braços.
Que culpa tenho eu, se nunca choro em despedidas, por nunca ter sentido a dor da partida de alguém que tive em um abraço?
Nunca fui dado à adeus, pois sei que nem a mais longa pré partida vai apagar as pegadas que me fazem seguir até ti novamente.
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